20 de ago de 2012


Esta manhã fiz uma colheita de estrelas
Que adormeceram no céu do meu jardim
Escondi-as numa caixa estanque de madeira
E guardei este segredo só para mim

Esta manhã soltei um pensamento atormentado
Deixei que minha alma se soltasse do corpo
Deixei que este Sol me inundasse de luz
E lembrei uma frase de um poema já morto

“Meu Armando, meu amor”
Nunca esquecerei a música de certas palavras
De um abraço verdadeiro sem ter que inventar
É tão frágil o amor, fazer resistir o amar

É tão pequeno o mundo da verdade
Cabe numa mão aberta à sinceridade
É planta escondida em mato de daninhas ervas
É elixir da vida em gaiola de saudade

Tão simples brotam hoje minhas palavras
Será porque me desnudei das metáforas
Ou apenas respirei um canto feliz
De um pássaro de penas orvalhadas

Tão simples devia ser perguntar
Porque chora um coração e os olhos não
Porque uma gaivota voa por sobre o mar
Porque é imenso o universo do sonhar sonhei

Pintei com traços firmes o que lembrei
Não importam as cores do querer
Quando alguém não sabe ver

Não importa a tempestade para lá da porta
Não importa quando apenas existem sete miragens
Deixei-me embalar pelo som das correntes águas
Nesta manhã plantado… Entre Margens…

1 comentários:

Del Rodrigues disse...

Oi amiga, que bom ver você por aqui...vi seu recadinho...porém, não pude responder logo...o tempo está curtinho. E você como vai? Sua família está bem? Tens passeado muito?Eu por aqui estou trabalhando muito, dando conta de duas turmas...porém, não posso reclamar...tenho emprego...enquanto muitos estãoo procurando.Espero que tudo esteja bem com vc e seu marido.Um beijão.Muita Paz e Luz! Apareça sempre, dando notícias.

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