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folhas de outono
27 de dez. de 2019
11 de out. de 2019
Encontrei esse poema maravilhoso
POESIAS E ILUSTRAÇÕES 2ª E 3ª ETAPAS/NOTURNO - 1º E SEMESTRES/2011
Desmatamento
Fomos criados juntos
Nosso Deus fez essa bondade!
Será que os homens de hoje
Não conseguem enxergar a “verdade”?
A “verdade” é
Preservar hoje e sempre,
Para que hoje e no futuro
Possamos respirar tranquilamente.
Nosso mundo
Precisa de beleza,
“fácil” é desmatar,
“difícil” é reflorestar!
Com esse desastre do homem
Todos estamos sofrendo.
Pena dos animais
Que no seu habitat estão morrendo!
Podemos ser melhores
É só acreditar,
Diga não ao desmatamento
E comece a reflorestar.
Aluno: Marco Antonio- 2ªEN02/ 1º semestre - 2011
Ilustração: Jean Cauê- 2ªEN02/ 2º semestre-2011
10 de out. de 2019
13 de set. de 2019
11 de set. de 2019
29 de ago. de 2019
14 de ago. de 2019
Quando o medo quiser fazer parte da roda, chame-o para dançar, mostre que a felicidade é tão bonita e segura, não há porque deixar de sonhar.
A vida ainda é maravilhosa lá fora, ainda que as lágrimas caiam, ainda que o choro faça parte da alma, ainda que não reconheçamos o nosso valor.
Tudo tem propósito, somos aprendizes, do tempo, da dor, do amor, das mudanças, dos desvios, de tudo.
Aprendemos a cada momento, sobre o que está dentro de nós, sobre os sentimentos, sobre o porquê nascemos.
... E vivemos, uns menos serenos, outros pequenos, mas, mesmo assim em meio aos desafios, sempre sobrevivemos, porque o espírito clama por vitória e a vida é restauração constante, superação, brisa leve no final do dia, satisfação.
Pois, o todo é nosso, o infinito ainda faz parte de nós.
Vitor Ávila
8 de ago. de 2019
27 de jul. de 2019
Cantiga
Bem-te-vi que estás cantando
nos ramos da madrugada,
por muito que tenhas visto,
juro que não viste nada.
nos ramos da madrugada,
por muito que tenhas visto,
juro que não viste nada.
Não viste as ondas que vinham
tão desmanchandas na areia,
quase vida, quase morte,
quase corpo de sereia...
tão desmanchandas na areia,
quase vida, quase morte,
quase corpo de sereia...
E as nuvens que vão andando
com marcha e atitude de homem,
com a mesma atitude e marcha
tanto chegam como somem.
com marcha e atitude de homem,
com a mesma atitude e marcha
tanto chegam como somem.
Não viste as letras, que apostam
formar ideias com o vento...
E as mãos da noite quebrando
os talos do pensamento.
formar ideias com o vento...
E as mãos da noite quebrando
os talos do pensamento.
Passarinho tolo, tolo,
de olhinhos arregalados...
Bentevi, que nunca viste
como os meus olhos fechados...
de olhinhos arregalados...
Bentevi, que nunca viste
como os meus olhos fechados...
Cecília Meireles,
em Viagem
em Viagem
22 de jun. de 2019
20 de jun. de 2019
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